sábado, 25 de julho de 2009

Apresentação pública do projecto

Sensivelmente um mês após a sua avaliação (18 valores), chegou agora a vez de apresentarmos pela primeira vez publicamente o nosso projecto. No âmbito da actividade “O Nosso Património – V Edição”, organizada pela JovemCoop e pela Junta de Freguesia de S. Vítor, o Largo da Senhora-a-Branca foi palco para apresentarmos o que fizémos, como fizémos e as conclusões sobre o difícil equilíbrio entre a construção e a preservação do património bracarense. Ricardo Silva fez a introdução e depois... o microfone foi todo nosso.

Fica aqui um pequeno vídeo da apresentação pública. Divirtam-se e... boas férias!


video

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Fim


Nota final do projecto


segunda-feira, 15 de junho de 2009

Maioria não concorda com a política da Câmara em relação à preservação do património

A maioria dos respondentes ao inquérito que tivemos aberto durante um mês e que terminou ontem é contrária à política da Câmara de Braga em relação ao património.

A amostra não é significativa, já que apenas responderam 19 pessoas. No entanto, 13 delas (68%) é contra e, apenas 4 (21%) a favor. Verificou-se uma resposta de quem não tinha opinião e outra de quem não conhecia a política.

O inquérito, recorde-se, tinha esta pergunta: "Concorda com a política da Câmara de Braga em relação à preservação do património?".

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Trabalho feito...

O trabalho para a UC de "Projecto em Informação e Jornalismo" terminou. Os conteúdos estão todos online. Agora, é tempo de testes finais. O curso está no fim...

Depois das apresentações dos projectos (dias 2 e 3) - achamos que a nossa apresentação correu bem -, temos a defesa oral, individual. É nos dias 22 e 23 de Junho.

Até lá, pode ser que haja novidades...

terça-feira, 2 de junho de 2009

Hoje e amanhã: apresentação de projectos

O ano lectivo está a acabar. A UC "Projecto em Informação e Jornalismo" não foge à regra. Hoje e amanhã todos os grupos vão apresentar os seus projectos. A nossa vez de o fazer é amanhã, a partir das 11h30.

Já estamos em contagem decrescente...

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Acabou, Acabou, Acabou!!!

Quase três meses depois de termos iniciado os trabalhos de campo, hoje podemos dizer que, com muito esforço, demos por terminar tudo o que a reportagens diz respeito. Este longo período termina com uma reportagem de enquadramento da difícil relação entre a construção e a preservação do património em Braga. Uma das cidades mais romanas do país, com dois mil anos de história e, consequentemente, com um vasto património arqueológico.

O momento já não é tanto de reflexão mas sim de um merecido descanso dos "Gverreiros".

A reportagem sobre a relação entre a construção e preservação do património pode ser acedida no menu Multimédia ou Aqui.


No Dia Mundial da Criança... as deusas romanas ligadas aos mais pequenos

Hoje é dia 1 de Junho, Dia Mundial da Criança. O que é que isto tem que ver com os Romanos? Seguramente que eles também tinham crianças...

Ao que parece, também tinham deusas que cuidavam dos mais pequenos.

Ficamos a saber disso através de uma busca rápida que fizemos na Internet. Para aceder a toda a informação clique aqui.



(créditos da foto, aqui)

Reportagem sobre "Braga Romana" já disponível

Durante quatro dias, o centro histórico de Braga foi palco de uma recriação da matriz da fundação da cidade, na iniciativa "Braga Romana". Como anunciado, lá estivemos em reportagem, acompanhando sobretudo os prepapativos e algumas marcas da recriação.

A respectiva reportagem já está disponível online e pode ser acedida no menu Multimédia ou Aqui.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Ave! "Mesquitus Machadus" é o governador de Bracara Augusta

Braga Romana no Público de hoje. O título deste post é o mesmo do jornal.

Expulsos há quinze séculos de Bracara Augusta pelos suevos, os romanos estão de volta à cidade neste fim-de-semana. Braga volta a ser capital da província da Galécia e está engalanada para receber a visita do imperador de Roma.

O texto é de Samuel Silva e pode ser lido na íntegra aqui.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Braga Romana nas ruas

A sexta edição da iniciativa Braga Romana começou hoje e prolonga-se até domingo. Na hora de almoço, de telemóvel-máquina fotográfica em punho, passamos por lá. Fique com a fotoreportagem. Como é costume dizer-se no canal Euronews, "no comments":


Disponível reportagem sobre Sete Fontes

Já está disponível, no menu Multimédia, uma das últimas reportagens do nosso Projecto. Um confronto de ideias sobre o caso das Sete Fontes. Presidente da Junta de S.Vítor, Firmino Marques, Miguel Bandeira, da Associação para a Defesa, Estudo e Divulgação do Património Cultural e Natural (ASPA), Ricardo Silva, da JovemCoop, e o vice-presidente da Câmara de Braga.

Enquanto Junta, ASPA e JovemCoop criticam as políticas da Câmara de Braga em relação às Sete Fontes, o vice-presidente, Nuno Alpoim, diz que o complexo das Sete Fontes só existe porque foi preservado pela Câmara Municipal".

Confira!

Projecto mesmo no fim!

O Projecto está quase no fim. Falamos de timing - nos próximos dias 2 e 3 de Junho (já para a semana), todos os projectos vão ser mostrados à turma -, e de execução - ontem colocámos online a peça principal, bem como o editorial.

Faltam apenas uns vídeos, em fase de edição, bem como uma reportagem sobre a iniciativa Braga Romana, que hoje começa.

É caso para dizer, outra vez, "UFFFFFFFAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!!!!!!"

Braga Romana revive Bracara Augusta

A partir de hoje, Braga é Bracara Augusta. Os romanos vão invadir a cidade. Até domingo, vai reviver-se o passado no centro da urbe. É a iniciativa Braga Romana que está de volta e cumpre a sexta edição.

Hoje é a vez do jornal Público abordar o assunto, num texto de Samuel Silva.


Braga regressa até domingo às mãos de Roma
Os romanos estão de regresso a Braga. A cidade acolhe, a partir de hoje e até domingo, o Braga Romana, um evento que pretende recriar o quotidiano de Bracara Augusta. A iniciativa estende-se por várias ruas do centro da cidade e inclui dois cortejos históricos e uma recriação de um mercado da época.

A notícia completa pode ser lida aqui.

100 posts!!!


quarta-feira, 27 de maio de 2009

"Nós": novo menu

O nosso "site" tem, a partir da noite de ontem, mais um menu. Chama-se "Nós" e é um espaço destinado aos autores deste Projecto: Ricardino Pedro e Vítor de Sousa.

Um destes dias vai ser preenchido com as coordenadas de cada um dos elementos.

terça-feira, 26 de maio de 2009

"Braga Romana" já na quinta-feira

Recriar o quotidiano de Bracara Augusta, a capital da Galécia, é o primeiro objectivo da iniciativa Braga Romana, promovida pela Câmara Municipal. A sexta edição do evento começa na quinta-feira e prolonga-se até domingo.

Nós vamos lá estar em reportagem. Será a última do Projecto e nada melhor que uma reconstituição histórica, ainda por cima do tempo dos romanos, para descomprimir…

Hoje, o assunto está na capa do Correio do Minho. A notícia pode ser lida aqui.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

A muralha romana de Bracara Augusta

Desde o séc. XII que diversos testemunhos literários atestam que Bracara Augusta possuía uma muralha, cuja existência e características viriam a ser confirmadas, posteriormente a 1976, por várias escavações. Na página da Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho (UAUM) há mais informação sobre o assunto.

Um destes dias, em passeio a pé pelas ruas do centro de Braga, deparamo-nos, na Rua Frei Caetano Brandão, à entrada da “Oficina da Sé” (pertencente à empresa Móveis Paularte), com uma placa com a chancela da Câmara Municipal de Braga referente à intervenção arqueológica efectuada no local.


A placa interpretativa dos vestígios exumados refere que os trabalhos científicos foram liderados por Armandino Cunha, responsável pelo Gabinete de Arqueologia da Câmara Municipal de Braga e decorreram em 2006 e 2007.

São relatadas as intervenções arqueológicas efectuadas “no tramo previsto para a implantação da muralha romana” que, entre os sécs. III e IV protegeu a cidade de Bracara Augusta.


Na foto que disponibilizamos, leia a indicação e tire as suas ilações em relação ao uso da língua portuguesa…



Na referida placa pode observar-se uma possível reconstituição da porta efectuada a partir dos vestígios detectados.

A reconstituição virtual da muralha romana de Braga está disponível no Youtube:


domingo, 24 de maio de 2009

"Pintar e brincar como os romanos"

Não é só em Braga que os romanos despertam interesse. Hoje, a Pública (revista do Público), traz um trabalho sobre o assunto. Intitula-se "Pintar e brincar como os romanos" e dá conta de uma iniciativa do Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas (Sintra) voltada para os mais novos. Contempla pinturas e outros ateliês, destinados a fazer uma viagem no tempo. Ao tempo dos romanos.

No menu Exemplos, na reportagem que publicamos sobre o Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa, damos conta de algumas actividades daquele espaço cultural bracarense. Podem ser consultadas na "Agenda Cultural" de Braga e constam "Ceias romanas" e "Jogos romanos".

sábado, 23 de maio de 2009

Está quase...

Está quase concluído o nosso projecto...

Falta editar um vídeo para ilustrar a parte mais polémica relativa às Sete Fontes, com os respectivos actores; outro vídeo que ilustrará todo o enquadramento do trabalho e que decorrerá da peça principal que será escrita um destes dias; e um editorial com a análise dos dados recolhidos e, a nosso ver, eventuais caminhos a seguir para a problemática "construção/preservação do património" em Braga.
O momento é de reflexão...

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Bracara Augusta?!

Quem chega a Braga, via auto-estrada (A3), para além das placas indicativas de localidade, com as várias saídas, é chamado à atenção para o facto de Braga ser... uma cidade do Barroco. Sobre Bracara Augusta, a tal capital da Galécia, do tempo dos romanos, lembram-se? Não há qualquer pista...

A foto, embora tirada via telemóvel do interior de um automóvel, dá para corroborar o que se escreve no início.

Firmino Marques considera "interessante" analisar negócios das Sete Fontes

O presidente da junta de freguesia bracarense de S. Victor afirmou que «era capaz de ser interessante» verificar alguns negócios que foram feitos com terrenos das Sete Fontes. A autarquia pediu há seis meses ao Município de Braga uma relação dos cadastros dos terrenos, mas embora a solicitação tenha sido para realizar sondagens arqueológicas, continua sem qualquer tipo de resposta por parte do executivo municipal.

O Diário do Minho, na sua edição online, escreve que as considerações de Firmino Marques sobre os negócios que envolvem os terrenos foram feitas a propósito da atribuição de viabilidade construtiva de alta densidade a áreas que terão sido compradas numa altura em que não tinham aptidão construtiva e que foram vendidas após terem sido reclassificadas como áreas de construção, no Plano Director Municipal (PDM) de 2001, altura em que o processo de classificação das Sete Fontes como monumento nacional estava numa fase avançada.


quinta-feira, 21 de maio de 2009

São João provoca protestos dos feirantes por causa das obras na Av. da Liberdade

As obras em curso na Av. da Liberdade, decorrentes do enterramento do túnel rodoviário até à zona do Theatro Circo (ver reportagem completa em Exemplos ou aqui), estão a provocar a ira dos feirantes de Braga. Em causa está o prenchimento dos espaços da avenida durante as Festas de São João.

Segundo o relato do jornal Diário do Minho, cerca de 50 feirantes de Braga e arredores estão revoltados com a mudança da distribuição de lugares dos stands para as festas de São João. A alteração foi motivada pela requalificação da Avenida da Liberdade, que a Comissão de Festas aproveitou para "limpar" dos produtos de feira, autorizando apenas a venda de artesanato, tanto nesta como na Avenida Central.

Acontece que, segundo os queixosos, todos os lugares estão atribuídos a indianos, chineses e africanos, pelo que acusam a organização de «discriminação» e de os «empurrar para o Parque da Ponte, onde não há movimento». A organização nega qualquer discriminação.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Making of de "Braga Romana" no "Making of"...

A iniciativa Braga Romana decorre no fim do mês, mas já está a agitar a cidade de Braga. No centro, já se trabalha na construção das barraquinhas, muitas delas destinadas a albergar tabernas...

Nas ruas já estão colocadas tarjas a anunciar o evento, faltam os cheiros característicos... À falta de melhor, fique com uma fotoreportagem do making of, neste "Making of"...

terça-feira, 19 de maio de 2009

Grande reportagem sobre as Sete Fontes já disponível

Para além da visita às Sete Fontes, em vídeo, que pode aceder através do menu Multimédia, a partir de hoje já está disponível, no menu Exemplos, uma grande reportagem sobre aquele complexo arquitectónico.


Está dividida em quatro partes:


segunda-feira, 18 de maio de 2009

Ministro da Cultura garante: novo hospital não afecta Sete Fontes


A notícia é do JN de hoje:

O Ministério da Cultura considera "indispensável" a constituição de um Parque Urbano para a preservação e valorização do complexo arqueológico das Sete Fontes.

Segundo um documento divulgado pelo Ministério de Pinto Ribeiro, em resposta a um requerimento do deputado comunista Agostinho Lopes, o Parque Urbano deverá integrar "os terrenos em que se localizam os diversos elementos constituintes deste sistema de abastecimento de água a Braga (fontes, galerias, canalizações)".

Mas as "revelações" governamentais não se ficam por aqui. A obra do novo hospital desenvolve-se sobre uma colina sobranceira ao sistema principal das Sete Fontes afectando uma das minas, precisamente aquela que mais água leva ao sistema principal, a Mina dos Órfãos.

Ora, o IGESPAR garante que transmitiu ao Ministério da Saúde "a condicionante" de preservação material da mina para o hospital poder ser construído.

Ontem, centenas de pessoas voltaram a marchar, num passeio para lembrar a importância em preservar o conjunto monumental (ver reportagem na página da JovemCoop.


Ler notícia completa aqui

domingo, 17 de maio de 2009

Reportagem sobre as Sete Fontes já disponível

Já está disponível no menú Multimédia a reportagem sobre o complexo monumental das Sete Fontes. Numa visita guiada ao monumento com Ricardo Silva, presidente da JovemCoop, fica-se a conhecer algumas particularidades da minas, nomes e anos de construção, por exemplo. O que são as Sete Fontes e o que significam para a cidade de Braga são algumas perguntas respondidas por Ricardo Silva.

Actualmente são apenas seis minas de água porque uma delas foi completamente removida. São as "Minas gémeas do Dr. Alvim", a "Mina dos órfãos", a "Mina do Dr. Sampaio",- a "Mina do Dr. Nozes" e a "Mina do Dr. Amorim". Os nomes são todos associados a proprietários de quintas.

A reportagem completa também pode ser lida aqui.


"Reviver Bracara Augusta: Braga Romana"

O passado também é revivido de outras formas. Nos últimos anos, tenta-se recriar, em Braga, a época romana, numa iniciativa levada a efeito pela Câmara Municipal, e que tem por nome “Braga Romana”. A edição de 2008 está registada em vídeo (créditos à MinhoActualTV). Pretende-se reviver os tempos, em que Braga era "Bracara Augusta".

Este ano, a iniciativa decorre entre os dias 28 e 31 de Maio, prevendo-se que transforme o centro histórico com a realização do mercado romano, a praça da alimentação e as tradicionais tabernas.

Para além disso, há outros atractivos, como o cortejo nocturno, o teatro clássico e a presença constante de animadores de rua com números de circo romano, danças orientais, figuras mitológicas e gladiadores.


Mais informações no sítio da Câmara de Braga.


Foto retirada daqui.

Lá estaremos em reportagem para, depois, contar aqui como foi!

sábado, 16 de maio de 2009

Reportagem sobre vestígios arqueológicos encontrados na Av. Liberdade já disponível

Já está disponível a reportagem sobre os vestígios arqueológicos encontrados nas obras de prolongamento do túnel da Av. da Liberdade. Pode lê-la aqui ou através do menú Exemplos e visualizar uma fotoreportagem, um inquérito de rua, um vídeo e o mapa onde decorre a intervenção através do menú Multimédia ou clicando aqui.


sexta-feira, 15 de maio de 2009

Já disponível reportagem sobre Castro Máximo

Já está disponível a reportagem sobre o Castro Máximo, parcialmente destruído para dar lugar ao novo Estádio Municipal de Braga. Pode lê-la no menú "Exemplos", ou carregando no link. Em Multimédia (neste link), pode ver um mapa e dois vídeos sobre o assunto.

Mesquita promete discutir Sete Fontes

A notícia vem na edição de hoje do "Diário do Minho". O presidente da Câmara de Braga prometeu ontem que será aberto um período de discussão pública sobe o futuro das Sete Fontes, "quando houver uma proposta". Foi assim que Mesquita Machado respondeu à acusação de Ricardo Rio que disse que a maioria socialista se iria fechar a qualquer contributo da sociedade sobre um futuro projecto de valorização daquele património classificado.

"A Câmara considera o projecto suficiente, que não haverá capacidade para fazer mais do que está já descrito e que, por isso, não haverá conversa com ninguém", disse o líder da opisição. Em resposta, Mesquita Machado sustenta que "o que existe é um estudo rudimentar e não uma proposta". Por isso, acrescentou, "a discussão só é séria com base numa proposta e não sobre um estudo".

As Sete Fontes constitui um sistema de captação e condução de água do século XVIII.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

“Jornalismo na Europa – Quem precisa de regulação”

A conferência internacional “Jornalismo na Europa – Quem precisa de regulação” (informação toda no sítio do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho), que vai realizar-se amanhã, sexta-feira, na Universidade do Minho, será transmitida via Internet, dando, assim, a possibilidade de acompanhamento, e mesmo de intervenção, por parte de quem está interessado em acompanhar os trabalhos e não pode deslocar-se a Braga. Mais informações aqui.

Reportagens actualizadas com imagens virtuais

Já estão actualizadas com as respectivas imagens virtuais as reportagens da Ínsula das Carvalheiras, no menú Multimédia, e também das Termas Romanas do Alto da Cividade, no mesmo menú.

As imagens foram disponibilizadas on-line pela Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho (UAUM).


Legenda: Imagem virtual das Termas da Cividade

Reportagem das ruínas da Escola Velha da Sé já disponível

Já está on-line, no menú Exemplos, a reportagem das ruínas da Escola Velha da Sé. Localizam-se na cave do edifício da sede da Junta de Freguesia, perto da Sé Catedral, em pleno centro histórico.
São ruínas romanas, medievais e barrocas que servem para perceber melhor a história de Braga.

No menú Multimédia, pode ver a localização no mapa, bem como uma fotoreportagem.

Possíveis vestígios romanos embargam montagem de antena no Monte da Nª Sª da Cortiça

Montagem de antena deverá ser embargada no Monte da Nº Sra. da Cortiça, em Braga. O espaço está classificado e, ao que parece, as obras que estavam a ser levadas a cabo violariam o que está determinado por lei. É que, nestes casos, para que uma obra possa ter lugar, há que pedir permissão ao Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico,o que não terá sido feito.

Segundo o jornal Correio do Minho de hoje (edição não disponível on-line), terá sido o pároco local a dar o alarme. A Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho.

Presume-se que existam vestígios romanos naquele local.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Entrevista com o responsável do Gabinete de Arqueologia da CM Braga

Há já uns tempos que pretendíamos saber se existia algum projecto de musealização para a Ínsula das Carvalheiras. Também queríamos averiguar se, algum dia, a musealização da escola velha da Sé poderia ser visitável. Tínhamos, ainda, várias questões sobre a falta de sinalética dos espaços de Bracara Augusta. Mais: como teria sido possível a destruição do Castro Máximo devido à construção do Estádio Municipal de Braga?

Pois bem. Hoje obtivemos respostas. Entrevistamos, via telefone, Armandino Cunha, responsável pelo Gabinete de Arqueologia da Câmara Municipal de Braga que nos colocou a par da política da edilidade para cada uma das situações citadas.

Um destes dias teremos que actualizar a reportagem sobre a Ínsula das Carvalheiras (disponível em Exemplos) que, ao que apuramos, poderá ser musealizável, à semelhança do que aconteceu com as termas da Cividade, aguardando-se o desfecho de uma candidatura aos fundos comunitários que foi feita pela Câmara nesse sentido.
Todos estes espaços constam do itinerário arqueológico urbano da cidade de Braga a que pode aceder clicando aqui.

ASPA contesta estudo prévio para as Sete Fontes


O estudo prévio para a zona das Sete Fontes recentemente dado a conhecer pela Câmara de Braga , continua a ser contestado. A ASPA, Associação para a Defesa, Estudo e Divulgação do Património Cultural e Natural, em comunicado a que tivemos acesso através da edição de ontem do jornal Diário do Minho (link directo não disponível), acusa a edilidade bracarense de estar a violar a lei.

Em causa, segundo aquela associação de Braga, está o facto de o estudo da Câmara não acautelar a servidão pública que protege a captação e a condução das águas. Para além disso, a ASPA sublinha não ter havido debate público para a feitura do estudo de ordenamento, facto que “a lei reconhece e o valor do património em causa obriga”.

Recorde-se que, há dias, também a JovemCoop tinha contestado o referido estudo prévio, sustentando não se perceber porque é que a Câmara de Braga insistia num projecto “que claramente descaracteriza o monumento edificado”.

Trata-se de um assunto que está na ordem do dia em Braga e do qual daremos a devida relevância numa reportagem que, um destes dias, publicaremos no menu Exemplos.

Vestígios romanos da antiga escola da Sé

Hoje foi mais um dia em cheio no que à procura de vestígios de Bracara Augusta diz respeito. Tal como prometido, de manhã, bem cedo, fomos à Junta de Freguesia da Sé, localizada bem no centro da cidade de Braga, ver a cave do edifício onde foi descoberto, em 1999, um conjunto de ruínas datadas da época romana.

A musealização do espaço está quase pronta e preparada para receber visitas. Segundo Armandino Cunha, do Gabinete de Arqueologia da Câmara Municipal de Braga, o edifício da escola velha da Sé – nome por que é conhecido -, deverá ser aberto ao público antes do Verão.

Um destes dias publicaremos uma reportagem desenvolvida sobre o assunto no menu Exemplos. Para já, fique com uma ideia do espaço, visualizando a fotografia.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Texto de opinião de Ricardo Silva já disponível

Já está disponível um texto de opinião do arqueólogo Ricardo Silva que é, também, coordenador-geral da JovemCoop (Jovem Cooperante Natureza/Cultura). Pode ser acedido através do menú Opinião ou clicando aqui. O título é este. "Património como meio sustentável para a cidade".
Para abrir o apetite, aqui fica um extracto do texto:

Há falta de divulgação dos nossos monumentos ou sítios de interesse, e se nós não conhecemos, é-nos difícil gostar e defender as nossas raízes culturais. Se nós não conhecemos, não saberemos divulgar e, assim, dificilmente promoveremos a indústria do património e, por associação, o turismo. E é isso que faz falta ao nosso país, divulgar o que temos de melhor, aquilo que marca a diferença entre o nosso país e os outros, dando lugar a uma partilha de conhecimento e informação a quem nos visita.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Mais reportagens online: marcas romanas

Também já está online a reportagem relativa a algumas marcas romanas existentes em Braga. Algumas são representadas apenas pelo nome "Bracara Augusta" ou simplesmente "Bracara", uma vez que a cidade foi fundada no tempo dos romanos como "Bracara Augusta". São usadas, por causa da passagem dos romanos pela cidade.
Pode ser acedida através do menú Multimédia ou nas Marcas Romanas.

As ruínas visíveis através do piso de vidro da pastelaria "Frigideiras do Cantinho" constituem uma das marcas romanas da cidade de Braga.

Reportagem sobre obras no antigo edifício dos Correios já está online

A reportagem sobre as obras no quarteirão dos antigos Correios de Braga, já está disponível online. Pode aceder-se através do menú Exemplos. Também no menú Multimédia pode ver uma fotoreportagem, o mapa do espaço e um vídeo com o vice-presidente da Câmara de Braga, Nuno Alpoim, em que se pronuncia sobre o que apelida de "obra emblemática" a intervenção no quarteirão dos Correios e na Av. da Liberdade.

domingo, 10 de maio de 2009

Antigo edifício dos Correios vai mostrar vestígios romanos

O antigo edifício dos Correios de Braga, localizado na Avenida da Liberdade, vai dar lugar a um centro comercial. As obras de reconversão estão em pleno desenvolvimento. A Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho (UAUM) acompanhou-as a par e passo e produziu dois relatórios sobre os vestígios arqueológicos descobertos. Face à importância do que se encontrou, propôs-se a musealização ‘in situ’.

Para a responsável da UAUM, Manuela Martins, citada na edição do passado dia 17 de Abril, do jornal Correio do Minho, “foi descoberto nos últimos 16 meses um grande legado arqueológico”.
Aquela responsável sublinha que o futuro centro comercial “será um local diferente dos outros com dois espaços de ruínas visitáveis. Além disso é a prova que os sítios têm história que merece ser contada e que o passado e a memória podem viver com um espaço mais moderno e sofisticado”. Manuela Martins admitiu que “foi uma notável experiência”, sendo possível “devolver à cidade mais uma página da sua história”.

Na mesma publicação, o presidente da Câmara de Braga, Mesquita Machado, salienta que “este é mais um exemplo em Braga em que é possível conciliar a história com o desenvolvimento”. Espera que “este bom exemplo sirva de incentivo para outros empreendimentos”.

Sobre o que foi descoberto no local, podem ler-se os relatórios que a UAUM produziu sobre o assunto (aqui e aqui), bem como as imagens das respectivas (aqui e aqui).

Passamos esta tarde pelo local e partilhamos as fotos no slideshare que se segue.

sábado, 9 de maio de 2009

Sete Fontes: a última etapa dos trabalhos de campo

O encontro com o presidende da JovemCoop, Ricardo Silva, estava marcado para às 15:30h, em frente do Quartel de Cavalaria, em Braga. Seria a última etapa dos trabalhos de campo dos "Braga Romanos". O destino: as Sete Fontes - o local do caso do momento em Braga e um dos focos do nosso projecto. A dicotomia preservação/construção passa por aqui.

Ricardo Silva acompanhou-nos numa visita guiada ao Complexo monumental das Sete Fontes. Falou-nos da posição da JovemCoop em relação a esta dicotomia e também falou-nos de todas as grutas e minas de água aí existentes. Diz que a JovemCoop gostava de ser "uma espécie de consultora" para a sensibilização sobre o património. Por isso, diz que gostava que fossem ouvidos pela Câmara de Braga. Algumas deixas de vários assuntos abordados, numa tarde muito produtiva que veio culminar os dois meses de trabalho de campo.

No Vídeo: Ricardo Silva fala da mina dos órfãos:


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Sete Fontes e política urbanística da Câmara de Braga sob fogo cerrado

As Sete Fontes e a política de urbanismo desenvolvida pela Câmara de Braga desde o 25 de Abril, foram os temas que pontuaram o debate promovido na noite de ontem pela CDU e que teve lugar na Junta de Freguesia da Sé. Contou com a presença de Miguel Bandeira, Sande Lemos (ambos já entrevistados no âmbito do nosso Projecto), do actor António Durães e de Luís Tarroso, fundador da Velha-a-Branca.

Sobre as Sete Fontes, Miguel Bandeira disse ser-lhe difícil encontrar adjectivos que não sejam indecorosos para resumir o que se passou no fim-de-semana passado, durante a Feira das Freguesias, em que a Câmara de Braga apresentou um estudo prévio para aquele conjunto arquitectónico.

Disse aquele docente universitário, membro da ASPA, que lhe parece estar-se perante uma atitude que vira as costas à participação da população o que, na sua opinião, é tanto mais grave quanto a Câmara de Braga “sabe, pelo menos desde a realização do primeiro PDM, em 1991, do que existe nas Sete Fontes”, pelo que devia mudar de atitude: “A participação relegada para factos consumados é recorrente, o que faz com que o cidadão não possa participar”.

Disse também que Braga é um dos municípios que não têm um Plano de Urbanização, “embora ele estivesse previsto no primeiro PDM”, só que, entretanto, o presidente da Câmara “deverá ter achado que não era importante e deixou de estar previsto”. Uma situação apelidada de errada por Miguel Bandeira, e que evidencia “a inexistência de um documento de compromisso político” para a cidade, o que permite várias atrocidades.

Sande Lemos, antigo presidente da UAUM e ex-director-regional do Instituto Português do Património Cultural (o corresponde ao actual IGESPAR), abordou a decadência das cidades, nomeadamente das do Império Romano, que começaram através da apropriação do espaço público, para fazer a analogia com Braga que “está em decadência há 30 anos, pois este período foi de oportunidades perdidas, de má gestão e de investimentos no cimento”.

Quanto às obra em curso na Av. da Liberdade – enterramento do túnel até ao edifício dos antigos “Correios” -, e do novo Hospital, na zona das Sete Fontes -, disse tratarem-se de investimentos “compreensíveis em países como o Brasil ou Angola, mas não em Portugal”. A justificação: “Qual o retorno de ambos os investimentos? Tenho muitas dúvidas de que possa existir!”.

Nesse sentido, disse que a apropriação do espaço público que está a acontecer em Braga, hoje, “é o mesmo que aconteceu nos séculos III e IV, só faltando encontrar moedas de Constantino!”.

Sublinhou ser imperativo o investimento na recuperação da memória da cidade – “seria impensável nos EUA avançar-se para uma obra como a da Av. da Liberdade sem que houvesse primeiro um referendo ou um debate alargado com a população”.

Sobre a crítica que o vice-presidente da Câmara de Braga fez àqueles que têm pugnado pela defesa das Sete Fontes, como a ASPA, a JovemCoop e a Junta de Freguesia de S. Victor, dizendo ser normal num ano eleitoral, Sande Lemos observou que se trata de uma forma de condicionar o próprio debate e a questão se deve colocar ao contrário: “É nestas alturas que tem que se discutir tudo!”. Uma ideia já deixada ontem na entrevista que nos concedeu e que, um destes dias, partilharemos publicamente.

Em relação ao local onde decorreu o debate, a sede da Junta de Freguesia da Sé, Sande Lemos disse estar por cima de uma antiga residência romana, “numa área que está para ser musealizada publicamente há cerca de dez anos e não se percebe a causa para que ainda não tenha sido concretizado esse plano”. Mais: ali perto, na Ínsula das Carvalheiras (ver Exemplos), aconteceu o mesmo com a inviabilização do projecto previsto para o local, promovendo a sua musealização.


Já sabemos onde temos que ir na segunda-feira: à sede da Junta de Freguesia da Sé, para captar imagens dos vestígios arqueológicos e contar a história de mais este sítio romano que, por alguma razão, tem sido impedido de ser partilhado com o público.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Entrevista com o Prof. Sande Lemos

Ontem, ao fim da tarde, entrevistámos o arqueólogo Sande Lemos, antigo presidente da Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho e ex-director regional do Instituto Português do Património Cultural (o equivalente ao que representa hoje o Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico).

Foi uma entrevista muito interessante, com um palco especial: o átrio exterior do Museu de Arqeuologia D. Diogo de Sousa, localizado em plena Cividade, outro local que respira história, nomeadamente da época dos romanos.

Sande Lemos colocou em perspectiva, do ponto de vista de um arqueólogo, toda a problemática do nosso projecto, o que ajudará a enquadrar toda a problemática, e não fugiu às polémicas como no caso que domina a actualidade em Braga: as Sete Fontes.

Um destes dias voltaremos ao assunto.

J.F. S. Victor distinguida pelo Governo

A notícia vem no Correio do Minho de hoje. A Junta de Freguesia de S. Victor, viu aprovada pelo Governo uma candidatura no âmbito do concurso nacional de "Boas Práticas na Administração local".

Recorde-se que o presidente da autarquia, Firmino Marques, já foi entrevistado no âmbito do nosso projecto, a propósito do património (construção/preservação), com grande enfoque no tema do momento em Braga: as Sete Fontes.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Urbanismo, Ambiente, Património e Cultura em debate, amanhã, na Junta da Sé

António Durães (actor), Luís Tarroso (fundador da Velha-a-Branca), Miguel Bandeira e Sande Lemos são os protagonistas de um debate público promovido pela CDU e que se vai realizar amanhã à noite (21h30), na sede da Junta de Freguesia da Sé.

Trata-se de um tema da actualidade bracarense e que tem dois protagonistas que integram o painel de entrevistados deste projecto: Miguel Bandeira e Sande Lemos.

Como fomos convidados para estar presentes, lá estaremos. Depois, daremos nota do que por lá se passou.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

JovemCoop contesta estudo prévio do Plano de Pormenor das Sete Fontes

Os responsáveis da JovemCoop tecem críticas violentas ao estudo prévio do Plano de Pormenor das Sete Fontes, da responsabilidade da Câmara de Braga que esteve exposto recentemente no centro de Braga, durante a Feira das Freguesias e de que o jornal Diário do Minho deu conta na sua edição do passado domingo (3 de Maio) e que reproduzimos ontem aqui e de onde retiramos a imagem.

Numa missiva enviada à directora da Direcção-Regional de Cultura do Norte e ao vice-presidente da Câmara de Braga, a que tivemos acesso e que pode ser consultada aqui, o presidente da JovemCoop, Ricardo Silva, sustenta que a zona que envolve o futuro Hospital é protegida, pelo que “não se percebe porque é que a Câmara de Braga insiste num projecto que claramente descaracteriza o monumento edificado [complexo arquitectónico das Sete Fontes]”.

Aquele dirigente associativo apelida o estudo prévio do Plano de Pormenor para as Sete Fontes de “preocupante” e que é “motivo de reprovação”, uma vez que “nenhum executivo de boa-fé e com bom senso diz querer proteger um Sítio Eco-Monumental encastrando-o em zona de construção. Toda aquela área tem sofrido um avanço construtivo muito célere, fruto do progresso urbanístico e de um deficiente órgão regulador de planeamento”.

Como alternativa, é sugerido para o local a criação de um espaço verde de descanso, “onde possam usufruir de paz e do sistema ecológico que lá reside”, preconizando a inclusão de um Museu da Água, onde os bracarenses “poderiam aprender mais sobre o ciclo da água e poderiam orgulhar-se do seu passado se se protegesse condignamente o edificado do séc. XVIII e se promovessem campanhas arqueológicas para descobrir os vestígios romanos que, por certo, lá jazem, incentivando o turismo em Braga”.

Acusam o vice-presidente da Câmara de Braga, Nuno Alpoim, de se ter recusado a recebê-los, não obstante solicitação nesse sentido e criticam violentamente o actual estado de coisas: “Cortar um espaço verde com vias betuminosas e alargar a área de construção não é pensar na qualidade de vida, mas na qualidade de um rentável espaço construtivo imobiliário”.

Recorde-se que, em entrevista que nos concedeu, recentemente, Nuno Alpoim, sublinhou que o complexo das Sete Fontes só existe hoje, porque foi preservado pela Câmara de Braga e que “nada do que lá está poderá vir a ser tocado”. Sobre o “Parque Urbano das Sete Fontes”, previsto para o local, disse que “visa não só preservar, mas dignificar e colocar à fruição popular todo aquele espaço. E é isso que vai ser feito e será feito!”.

Sobre as críticas que têm sido feitas ao executivo e que despoletaram uma marcha, em Março, em defesa das Sete Fontes, o vice-presidente da Câmara de Braga diz não estar de acordo com elas, observando que “o património é demasiadamente importante para servir de arma de arremesso político”, sugerindo que todas as polémicas que têm vindo a público em relação ao espaço decorem do facto de este ser um ano de Eleições Autárquicas.

Confrontado sobre a não existência de diálogo entre a Câmara e instituições que têm estado na linha da frente da contestação, como é o caso da JovemCoop, Nuno Alpoim é taxativo: “O diálogo é institucional. Nós estamos numa democracia estabilizada, não estamos numa democracia popular onde os poderes públicos dialogam individualmente com cada cidadão, dialogamos com as instituições e, sobretudo, com aquelas que procuram também esse diálogo. O diálogo faz-se a dois, pelo menos, não pode haver apenas um interlocutor. Nunca por parte da Câmara há encerramento de um diálogo quando o diálogo é sério, honesto, leal e pretende, efectivamente, a salvaguarda do património”.

O Público de hoje também aborda o assunto. O texto de Samuel Silva tem por título "Projecto para as Sete Fontes contestado em Braga".

Um destes dias vamos para o terreno, desenvolver reportagem no espaço das Sete Fontes. É o assunto do momento, em Braga, e que vai de encontro ao âmbito do nosso projecto: “Entre a construção e a preservação do património”.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Música romana

Apesar de informações na Wikipédia revelarem que nos chegaram poucas relíquias da música romana e que "os romanos não eram muito originais no que a arte diz respeito", não é difícil encontrar alguma música que ilustre a cultura e arte romanas.

Podemos identificar algumas formas musicais diferenciadas, a partir do contexto na qual se desenvolveu: nas casas predominou a influencia grega, com a entonação de músicas suaves, onde predominavam os instrumentos de sopro e a lira;

Desenvolveu-se também um tipo de música ufanista que passou a exaltar a glória militar, baseada nos instrumentos de percussão, com forte influência helenística, e ainda podemos encontrar a musicalidade dos rituais cristãos, ainda considerado subversivo, onde percebemos as origens da monódia cristã, inspiradas na nos salmos de origem hebraica, considerada exemplo de perfeição e equilíbrio, de forte efeito místico
, escreve a historianet.

Conheça um pouco da música romana neste vídeo.

Reunião dos "Braga Romanos" em Santa Tecla

Com uma música romana a fazer as nossas delícias, a sala de informática da Residência Universitária de Santa Tecla foi o palco de mais uma reunião dos "Braga Romanos" . Objectivo : ultimar e acertar novos passos, calendarizar e distribuir trabalhos. Ficou tudo definido, no que a distribuição de trabalhos diz respeito.

Quando já temos quase toda a informação em bruto, chegou a altura de sentar para editar e montar tudo. Os passos já estão a ser dados. Em Santa tecla, diga-se, foi muito produtivo.

Veja o vídeo da nossa reunião. (Pode-se ver também que o Verão já chegou mesmo...o Vítor de calções...espectáculo!).

video

Para amanhã, tutoria marcada para as 10h00. We´ll be there!

Comenius juntou alunos estrangeiros em jantar romano

A visita ao Bom Jesus, os Jogos Sem Fronteiras, a visita ao Porto, o jantar romano realizado no Museu D. Diogo de Sousa marcaram a Semana da Mobilidade, que terminou quinta-feira, realizada no âmbito do Projecto Comenius ‘Travelling Europe’, coordenado pela Escola EB 2/3 Frei Caetano Brandão/Maximinos e que integra escolas de seis países europeus: Portugal, Espanha, Dinamarca, Reino Unido/País de Gales, Itália e Turquia.

Ler notícia completa no Correio do Minho, de onde retirámos a foto.

Um jantar romano foi degustado pelos alunos participantes do projecto Comenius. Mas, afinal, de que constava uma refeição romana?

Na Wikipédia encontram-se algumas dicas sobre a “Gastronomia da Roma Antiga”:

Durante a roma antiga a gastronomia consistia somente em vegetais e frutas. Os romanos gostavam de alho, cebola, nabo, figo, romãs, laranjas, pêras, maçãs e uvas. O prato típico era mingau de água com cevada. Uma versão mais sofisticada levava vinho e miolos de animais. Somente ricos comiam carne, geralmente de carneiro, burro, porco, ganso, pato ou pombo. Alimentavam os porcos com figos para que sua carne ficasse perfumada e criavam os gansos de maneira especial para com eles preparar patês. Faziam o mesmo com os frangos, alimentando-os com anis e outras especiarias.

Fundação Cultural Bracara Augusta ganha utilidade pública

O Governo acaba de atribuir à Fundação Cultural Bracara Augusta o estatuto de instituição de utilidade pública. A decisão surge oito anos após o primeiro pedido apresentado pela Fundação. Em 2006, a instituição criada em 1996 pela Câmara de Braga, Universidade do Minho, Universidade Católica e Cabido da Sé com a finalidade de realizar e apoiar iniciativas de carácter cultural e social no concelho voltou a requerer a utilidade pública que agora lhe foi reconhecida.

Pode ler a notícia completa na edição de hoje do Correio do Minho, de onde retiramos a foto.

Braga "protege" com betão complexo das Sete Fontes

A proposta da Câmara de Braga para o plano de salvaguarda do complexo monumental das Sete Fontes reserva uma vasta área da zona de protecção à construção civil. O desenho do projecto prévio do Plano de Pormenor que a autarquia apresentou recentemente ao Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico propõe também a criação de uma nova acessibilidade, cujo traçado atravessa o "miolo" da área residencial, que ameaça violar a lei que regula a defesa do património classificado ou em vias de classificação. Este estudo é revelado de forma discreta aos bracarenses, entre os vários projectos que enchem o pavilhão que o município tem na "Feira das Freguesias".

A história veio publicada na edição do passado dia 3 de Maio do Diário do Minho.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Opinião: PCP, Juntos por Braga, arquitecto e muito mais

O menú Opinião já tem conteúdos. Convidámos os representantes dos maiores partidos com representação em Braga para escreverem um texto de opinião sobre "Braga Romana: construção e património". À excepção do PS, partido que suporta a maioria camarária, todos os partidos anuiram à nossa solicitação.

Assim, temos a opinião de Custódio Braga (Bloco de Esquerda), Ricardo Rio (coligação "Juntos por Braga" - PSD/CDS-PP/PPM) e de Carlos Almeida (CDU).

Para além disso, disponibilizamos a opinião de um arquitecto a quem solicitamos opinião sobre a dicotomia construção/preservação, quando o assunto é património, bem reproduzimos as opiniões de Miguel Bandeira (publicada no "Jornal Académico") e da JovemCoop ("Diário do Minho").

Aos poucos, vamos "fechando" as tarefas previstas...

domingo, 3 de maio de 2009

Dia Mundial da Liberdade de Imprensa

(Imagem retirada daqui).

Hoje é Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. Uma data que faz todo o sentido para quem, como nós, frequenta uma Licenciatura em Ciências da Comunicação com especialização em Jornalismo.

Reproduzimos, aqui, um mail que recebemos do Prof. Joaquim Fidalgo:

Quem esteja interessado em saber mais sobre esta efeméride, bem como sobre alguns dos motivos concretos por que continua a ser muito necessário lutar pela liberdade de Imprensa em diversas partes do mundo, pode visitar o site.


Hoje, o DN aborda o assunto, com duas notícias:
Liberdade de imprensa continua em queda

e

Portugal bem acompanhado


Para reflexão: uma notícia que saiu no "Público" no dia 10 de Abril deste ano. Muito fresca, portanto: Tácticas de intimidação a jornalistas ou defesa da honra?

sábado, 2 de maio de 2009

Braga, cidade bimilenária: história e imagens virtuais

Braga é das mais antigas cidades portuguesas. No tempo dos romanos era a maior e mais importante cidade situada no território onde seria Portugal.
Foi fundada no tempo dos romanos como Bracara Augusta e conta, por isso, com mais de 2000 anos de História como cidade.

Em tempos, a Câmara de Braga e a Universidade do Minho, com o apoio do Programa Operacional da Região do Norte, fizeram um CD-ROM, pelo que se pode efectuar uma visita virtual a Bracara Augusta. Contém imagens de como seria a cidade na época.





Pode ler mais informação sobre este assunto através do menú "Bons e maus exemplos", ou clicando aqui.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

XIX FITU Bracara Augusta

Bracara Augusta, uma vez mais, utilizada numa denominação. Desta feita, trata-se de um evento, o XIX FITU Bracara Augusta, Festival Internacional de Tunas Universitárias. Realiza-se amanhã e depois (1 e 2 de Maio) no Theatro Circo, em Braga.

Mais informação sobre o XIX FITU no sítio da Associação Recreativa e Cultural Universitária do Minho.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa

Hoje, destacamos mais uma marca romana: o Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa, localizado no centro de Braga, na Rua dos Bombeiros Voluntários.

Bracara Augusta está em destaque neste espaço, como se pode constatar acedendo ao menú Marcas Romanas ou a Multimédia.


terça-feira, 28 de abril de 2009

Uma sessão a apresentar projectos...amanhã há mais

A sessão desta manhã foi marcada pela apresentação do ponto da situação dos projectos. Todos tiveram oportunidade de ver o que os outros andam a fazer e o que ainda têm programado. Amanhã há mais...às 10h00.
(Fotografia da autoria da colega Rita Araújo.)

Sobre o nosso projecto, em concreto, relembra-se que temos uma entrevista a aguardar marcação com a presidente da Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho, Manuela Martins, e uma reportagem a realizar nas Sete Fontes com responsáveis da JovemCoop, numa visita guiada ao monumento. O trabalho de campo está quase pronto.

Noss próximos dias já vamos trabalhar na mantagem e edição das reportagens. That`s good!

"Complexo das Sete Fontes acautelado"

O complexo das Sete Fontes está acautelado. A garantia foi dada ontem, em Braga, pelo secretário de Estado da Saúde, Francisco Ramos, à margem da cerimónia do Dia do Hospital de S. Marcos.

Segundo o relato do JN, "Francisco Ramos não quis entrar em muitos pormenores sobre a preservação ou não do complexo das Sete Fontes, que está implantado na área de influência do novo hospital. O governante apenas disse que 'o monumento está acautelado, tal como está previsto no memorando, e é o que está a acontecer, nesta altura'".
A notícia também vem no "Correio do Minho":

Pode ser lida aqui.

UC "Projecto em Informação e Jornalismo": Ponto da situação grupo 3B

Na próxima sessão da UC de Projecto cada grupo vai fazer o ponto da situação do estado em que está o seu trabalho. Vão ser dois dias para todos verem o que todos andam a fazer, e o que falta fazer… A apresentação do nosso grupo - 3B -, está calendarizada para hoje, dia 29, às 10h40.

Recordamos que andamos às voltas com “Bracara Augusta: construção e preservação do património”. O “caderno de encargos” que apresentámos no dia 10 de Março e que enviámos três dias depois, via “blackboard”, para os docentes, pode ser consultado a seguir:
Projecto_Inf_Jorn_Ricardino_Pedro_e_Vítor_de_Sousa





Podemos dizer, nesta altura, que os objectivos previstos estão quase todos concretizados e muitos outros, que entretanto foram surgindo, resolvidos.

Como se pode vislumbrar através da consulta deste “site”, temos o projecto dividido em seis partes:

“Principal”: Em princípio, será a última parte a ser redigida, e que será o “chapéu” do projecto, que servirá de ponto de partida para tudo o resto. Aqui será lançada a problemática construção/preservação, numa abrangência que extravasa claramente a época romana.

“Exemplos”: Bons e maus exemplos de construção e preservação do património. Fonte do Ídolo, Termas e Teatro romanos da Cividade, Balneário pré-romano da Estação da CP, vestígios romanos no subsolo das Frigideiras do Cantinho, Insula das Carvalheiras, obras na Av. Central e, o tema do momento, as Sete Fontes.

“Marcas”: De como Braga aproveitou e aproveita a passagem dos romanos, utilizando nomes marcadamente romanos e lógicas que têm que ver com o imaginário da época. Há vários casos. Mapeamos alguns: “Os guerreiros do Minho” (SC Braga), “Centro Comercial com 2 mil anos” (Associação Comercial de Braga), Bar Subura (nome atribuído à zona boémia de Roma), Albergaria Bracara Augusta, Livraria Bracara, Café Amphora, Centro Comercial Galécia, Salão de Estética Atrium, monumento comemorativo do bimilenário de Bracara Augusta, Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa.

“Multimédia”: Local onde se pode aceder a infografias, fotoreportagens, vídeos, e toda a parafernália multimédia necessária e “possível” para cada caso desenvolvido em reportagem.

“Opinião”: A dicotomia entre a construção e a preservação do património do ponto de vista das principais forças políticas de Braga; também de um arquitecto que discorre sobre conceitos como PDM, Plano de Pormenor e Plano de Urbanização.

“Making of”: O diário de bordo de todo o projecto. Tudo o que acontece em Braga e tem que ver com Bracara Augusta, directa ou indirectamente, vem ter aqui. É alimentado diariamente desde que foi criado.

No slideshow que se segue, fique com o ponto da situação do projecto:

Podem utilizar a caixa de comentários para dizerem o que pensam do nosso projecto. Só com a crítica dos outros é que o nosso trabalho pode ser melhorado.

domingo, 26 de abril de 2009

A “Ínsula das Carvalheiras”

Mais um local “obrigatório” no que a Bracara Augusta diz respeito. Trata-se da Ínsula das Carvalheiras, também conhecida por ruínas das Carvalheiras ou Casa das Carvalheiras.
As ruínas das Carvalheiras estão classificadas como Imóvel de Interesse Público. Estão situadas bem no centro da cidade de Braga, nas imediações do quartel dos Bombeiros Voluntários e do edifício da Biblioteca Municipal Lúcio Craveiro da Silva, em terrenos que são propriedade do Município de Braga. Apesar de, no local, não se encontrar qualquer placa identificativa e de o espaço se encontrar quase que “a monte”, as ruínas encontram-se sob a responsabilidade do Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa.

A identificação do local ocorreu em 1983 com a descoberta de muros pertencentes a uma habitação e duas ruas. Foi depois totalmente delimitada uma habitação romana que ocupava a totalidade de um quarteirão residencial.


A Casa das Carvalheiras foi erguida na época flávia (último quartel do séc. I). O primitivo conjunto residencial corresponde a uma casa de átrio e peristilo. Tudo indica que se tenha mantido ocupada até ao séc. V.

O mapa do espaço bem como uma fotoreportagem estão disponíveis no menu Multimédia.

A reportagem completa, pode ser acedida através do menú Bons e maus exemplos.