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sábado, 25 de julho de 2009

Apresentação pública do projecto

Sensivelmente um mês após a sua avaliação (18 valores), chegou agora a vez de apresentarmos pela primeira vez publicamente o nosso projecto. No âmbito da actividade “O Nosso Património – V Edição”, organizada pela JovemCoop e pela Junta de Freguesia de S. Vítor, o Largo da Senhora-a-Branca foi palco para apresentarmos o que fizémos, como fizémos e as conclusões sobre o difícil equilíbrio entre a construção e a preservação do património bracarense. Ricardo Silva fez a introdução e depois... o microfone foi todo nosso.

Fica aqui um pequeno vídeo da apresentação pública. Divirtam-se e... boas férias!


segunda-feira, 1 de junho de 2009

Acabou, Acabou, Acabou!!!

Quase três meses depois de termos iniciado os trabalhos de campo, hoje podemos dizer que, com muito esforço, demos por terminar tudo o que a reportagens diz respeito. Este longo período termina com uma reportagem de enquadramento da difícil relação entre a construção e a preservação do património em Braga. Uma das cidades mais romanas do país, com dois mil anos de história e, consequentemente, com um vasto património arqueológico.

O momento já não é tanto de reflexão mas sim de um merecido descanso dos "Gverreiros".

A reportagem sobre a relação entre a construção e preservação do património pode ser acedida no menu Multimédia ou Aqui.


quinta-feira, 28 de maio de 2009

Disponível reportagem sobre Sete Fontes

Já está disponível, no menu Multimédia, uma das últimas reportagens do nosso Projecto. Um confronto de ideias sobre o caso das Sete Fontes. Presidente da Junta de S.Vítor, Firmino Marques, Miguel Bandeira, da Associação para a Defesa, Estudo e Divulgação do Património Cultural e Natural (ASPA), Ricardo Silva, da JovemCoop, e o vice-presidente da Câmara de Braga.

Enquanto Junta, ASPA e JovemCoop criticam as políticas da Câmara de Braga em relação às Sete Fontes, o vice-presidente, Nuno Alpoim, diz que o complexo das Sete Fontes só existe porque foi preservado pela Câmara Municipal".

Confira!

domingo, 17 de maio de 2009

Reportagem sobre as Sete Fontes já disponível

Já está disponível no menú Multimédia a reportagem sobre o complexo monumental das Sete Fontes. Numa visita guiada ao monumento com Ricardo Silva, presidente da JovemCoop, fica-se a conhecer algumas particularidades da minas, nomes e anos de construção, por exemplo. O que são as Sete Fontes e o que significam para a cidade de Braga são algumas perguntas respondidas por Ricardo Silva.

Actualmente são apenas seis minas de água porque uma delas foi completamente removida. São as "Minas gémeas do Dr. Alvim", a "Mina dos órfãos", a "Mina do Dr. Sampaio",- a "Mina do Dr. Nozes" e a "Mina do Dr. Amorim". Os nomes são todos associados a proprietários de quintas.

A reportagem completa também pode ser lida aqui.


quinta-feira, 14 de maio de 2009

Reportagens actualizadas com imagens virtuais

Já estão actualizadas com as respectivas imagens virtuais as reportagens da Ínsula das Carvalheiras, no menú Multimédia, e também das Termas Romanas do Alto da Cividade, no mesmo menú.

As imagens foram disponibilizadas on-line pela Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho (UAUM).


Legenda: Imagem virtual das Termas da Cividade

sábado, 9 de maio de 2009

Sete Fontes: a última etapa dos trabalhos de campo

O encontro com o presidende da JovemCoop, Ricardo Silva, estava marcado para às 15:30h, em frente do Quartel de Cavalaria, em Braga. Seria a última etapa dos trabalhos de campo dos "Braga Romanos". O destino: as Sete Fontes - o local do caso do momento em Braga e um dos focos do nosso projecto. A dicotomia preservação/construção passa por aqui.

Ricardo Silva acompanhou-nos numa visita guiada ao Complexo monumental das Sete Fontes. Falou-nos da posição da JovemCoop em relação a esta dicotomia e também falou-nos de todas as grutas e minas de água aí existentes. Diz que a JovemCoop gostava de ser "uma espécie de consultora" para a sensibilização sobre o património. Por isso, diz que gostava que fossem ouvidos pela Câmara de Braga. Algumas deixas de vários assuntos abordados, numa tarde muito produtiva que veio culminar os dois meses de trabalho de campo.

No Vídeo: Ricardo Silva fala da mina dos órfãos:




terça-feira, 5 de maio de 2009

Música romana

Apesar de informações na Wikipédia revelarem que nos chegaram poucas relíquias da música romana e que "os romanos não eram muito originais no que a arte diz respeito", não é difícil encontrar alguma música que ilustre a cultura e arte romanas.

Podemos identificar algumas formas musicais diferenciadas, a partir do contexto na qual se desenvolveu: nas casas predominou a influencia grega, com a entonação de músicas suaves, onde predominavam os instrumentos de sopro e a lira;

Desenvolveu-se também um tipo de música ufanista que passou a exaltar a glória militar, baseada nos instrumentos de percussão, com forte influência helenística, e ainda podemos encontrar a musicalidade dos rituais cristãos, ainda considerado subversivo, onde percebemos as origens da monódia cristã, inspiradas na nos salmos de origem hebraica, considerada exemplo de perfeição e equilíbrio, de forte efeito místico
, escreve a historianet.

Conheça um pouco da música romana neste vídeo.

Reunião dos "Braga Romanos" em Santa Tecla

Com uma música romana a fazer as nossas delícias, a sala de informática da Residência Universitária de Santa Tecla foi o palco de mais uma reunião dos "Braga Romanos" . Objectivo : ultimar e acertar novos passos, calendarizar e distribuir trabalhos. Ficou tudo definido, no que a distribuição de trabalhos diz respeito.

Quando já temos quase toda a informação em bruto, chegou a altura de sentar para editar e montar tudo. Os passos já estão a ser dados. Em Santa tecla, diga-se, foi muito produtivo.

Veja o vídeo da nossa reunião. (Pode-se ver também que o Verão já chegou mesmo...o Vítor de calções...espectáculo!).



Para amanhã, tutoria marcada para as 10h00. We´ll be there!

terça-feira, 28 de abril de 2009

Uma sessão a apresentar projectos...amanhã há mais

A sessão desta manhã foi marcada pela apresentação do ponto da situação dos projectos. Todos tiveram oportunidade de ver o que os outros andam a fazer e o que ainda têm programado. Amanhã há mais...às 10h00.
(Fotografia da autoria da colega Rita Araújo.)

Sobre o nosso projecto, em concreto, relembra-se que temos uma entrevista a aguardar marcação com a presidente da Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho, Manuela Martins, e uma reportagem a realizar nas Sete Fontes com responsáveis da JovemCoop, numa visita guiada ao monumento. O trabalho de campo está quase pronto.

Noss próximos dias já vamos trabalhar na mantagem e edição das reportagens. That`s good!

sábado, 18 de abril de 2009

Ruínas romanas visíveis através das Frigideiras do Cantinho

Num ambiente cheio de gente, mas acolhedor, saboreia-se um pedaço de bolo romano ou umas frigideiras (prato da casa). Os pés ficam em cima do vidro que separa os clientes das ruínas romanas visíveis através do restaurante. Estamos na pastelaria "Frigideiras do Cantinho". Um dos estabelecimentos comerciais mais antigos de Braga. Um ex-libris da cidade e um exemplo de construção/preservação do património. Por baixo preservam-se ruínas romanas.

Foi lá que estivemos em reportagem esta tarde. O objectivo foi procurar saber como os clientes se sentem, tendo por debaixo dos pés ruínas romanas. Também se procurou saber com a dona do estabelecimento se as ruínas são um atractivo para o restaurante. É muito visitável sim, mais mais pela fama do que pelas ruínas, disse Isaura Rocha.

Fica aqui uma foto das ruínas. Cerca de um metro e meio separa o chão do tecto, que é o vidro e o chão do restaurante.




quinta-feira, 16 de abril de 2009

O espírito guerreiro e a fome romana

Este projecto está-nos a dar a volta à cabeça. Mas, pelo menos, está a correr tudo bem e também já está a ganhar forma. Encarnamos personagens romanas, e, em todas as ruas, becos e esquinas, são imagens romanas e de Bracara Augusta que tentamos encontrar. Uma situação de fome mesmo por matérias úteis para o nosso projecto. E temos encontrado muitas...ainda bem!

Esta foto ilustra bem a nossa encarnação de personagens romanas e também do espírito guerreiro imposto ao projecto.

Nota: Montagem feita a partir da foto original obtida AQUI:

quarta-feira, 11 de março de 2009

Braga Romana

Às voltas com o tema do projecto...

Na sessão de 4 de Março, defendemos os contornos da nossa estória... Partimos deste princípio: Como conciliar o progresso de uma cidade, nomeadamente em termos de construção, com a defesa do património histórico? Como assunto principal do projecto propomo-nos abordar os constrangimentos e as vantagens desta situação.

Um tema que, em Braga, faz todo o sentido. Nomeadamente no que ao vestígios da romanização diz respeito. Basta dar uma olhadela pela imprensa destes dias sobre a polémica da preservação das Sete Fontes e a construção do novo hospital.
A lógica do trabalho assenta nestes items com o foco centrado na dicotomia construção/preservação e num trabalho jornalístico (em relação à peça principal):
- Braga Romana (constrangimentos e vantagens);
- Relação entre património e desenvolvimento;
- O que pesa mais a quem decide? Interesses ou cultura? O que se valoriza mais?
- Como é que são tomadas as decisões sobre esta matéria?

Para além da peça jornalística principal, pensamos em enriquecer o trabalho, com abertura de reportagem para temas mais genéricos, como a “Bracara Augusta” propriamente dita (o que é, história…); como é que isso é usado pelas e entidades públicas e privadas o ex-libris “Bracara Augusta” (Braga Romana): apenas retórica ou existe na prática esse sentimento?